DesignSpark AI
Agente que gera e mantém tokens e documentação viva para Design Systems.
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O contexto
Tokens divergiam entre web e mobile, e a documentação ficava desatualizada no dia seguinte a cada release. O custo não era visual — era a desconfiança que isso plantava no sistema.
O problema real
A tensão era autonomia versus integridade: designers queriam versionar componentes sem esperar um dev, mas sem governança isso vira caos de tokens.
Meu papel
- Defini a arquitetura de fonte única da verdade dos tokens.
- Desenhei o fluxo do agente dentro da criação/atualização de componentes.
- Validei integridade e rollback com UI engineers.
As decisões críticas
Changelog legível por designers, não só por devs
O log de alterações precisava ser entendido por quem desenha. Escrever para o designer, não para o git, foi o que fez a governança ser adotada.
Governança no CI/CD de componentes
Integrar as regras ao pipeline em vez de confiar em disciplina manual evitou que a consistência dependesse de boa vontade.
A camada de IA
- Templates de prompt com exemplos reais evitavam outputs genéricos.
- Toda alteração gerada passava por changelog auditável e rollback seguro.
- O designer aprovava antes de qualquer merge — a IA propunha, o humano decidia.
Resultados
- Menos divergências de tokens entre web e mobile.
- Documentação de cada release ficou significativamente mais rápida.
- Squads passaram a adotar PRs com changelog automático.
O que eu faria diferente
Subestimei o quanto a confiança no agente dependia da legibilidade do changelog. Hoje começaria por aí, não pela geração de tokens.